Taboão terá mais uma sessão agitada nessa terça-feira

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Legenda: Sessão desta noite consta a votação da Mesa Diretora e do Orçamento mas manobras podem adiar eleição. Funcionários públicos e professores estão mobilizados para protestar
Legenda: Sessão desta noite consta a votação da Mesa Diretora e do Orçamento mas manobras podem adiar eleição. Funcionários públicos e professores estão mobilizados para protestar

Votação da mesa diretora consta na ata, assim como o Orçamento, mas não é dada como certa nesta terça; Servidores públicos preparam protesto na Câmara
A votação da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Taboão da Serra para o biênio 2015-2016 continua com mais um capítulo e sem desfecho certo na noite dessa terça-feira, 16. .Apesar de constar na pauta, a eleição não é dada como certa, já que o expediente terá seu tempo diminuído em 30 minutos, conforme consta na Ordem do Dia, divulgada no início da tarde de hoje.
Há ainda requerimentos e indicações para serem votados até às 20h. Após, esse horário, os 13 vereadores apreciam a 1ª votação do Orçamento Municipal com as suas emendas. Caso a mesa não seja votada nesta terça, a sessão seguinte , na próxima terça-feira 23 deverá ser convocada.
O intitulado grupo dos “sete” tentaram conseguir um mandado de segurança para garantir a realização da eleição da Mesa Diretora, mas a juíza da 3ª Cível de Taboão da Serra, Taís Galvão Camilher Peluzo indeferiu o pedido no final dessa tarde de segunda-feira, 15 e definiu o caso como “briga política”.
Protesto
Os professores e servidores públicos estão se mobilizando para protestar e pretendem acompanhar a votação do Orçamento e a possível eleição da mesa diretora no plenário. No convite eles chamam quem está sem reajuste salarial, sem auxílio transporte, sem licença para acompanhar familiares doentes, sem plano de saúde, valorização, direitos trabalhistas respeitados, etc.
Ainda, citam “manobras” após o grupo dos 7 vereadores anunciarem seus votos no vereador Marcos Paulo, o Paulinho (Prós). Frisam “que respeitar a legislação não é mesmo o forte desse governo não respeita o direito à greve e o conjunto do funcionalismo permanece há anos sem reajuste salarial, graças ao não cumprimento da lei orgânica”.

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