Ong Solar dos Unidos pode ser vítima de intolerância política do Prefeito Fernando Fernandes

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Pais, funcionários e alunos lutam contra rescisão de contrato do convênio entre a prefeitura e a entidade

Por Renata Gomes

Mobilização de pais, alunos e funcionários da Ong Solar dos Unidos no Plenário da Câmara de Taboão. FOTO: Renata Gomes/HOJE

Uma mobilização foi realizada na manhã desta terça-feira, 06, por pais, funcionários e alunos da Ong Solar dos Unidos, unidade do Jardim Clementino durante a sessão da Câmara Municipal de Taboão da Serra. A entidade realiza serviço social há quase duas décadas.

Em uso da Tribuna Popular, Dayse Mary e Lucélia Laborado suplicaram aos vereadores da Casa de Leis ajuda para evitar o fechamento da ONG que atende quase 200 crianças.

Em documento recebido pela entidade em 21 de fevereiro, da Secretaria de Assistência Social e Cidadania informa a rescisão do termo de colaboração entre a Solar dos Unidos Associação Comunitária e o governo municipal.

Por unanimidade, todos os vereadores fizeram discurso se solidarizando a causa. A Ong tem como padrinho o vereador Professor Moreira (PSD), oposição ao atual governo e fez menção de que a motivação da rescisão do contrato seria política e afirmou que recebeu a justificativa da secretária que gere pasta, Arlete Silva, que o atendimento seria feito pelo CRAS que, segundo eles, não tem estrutura e nem capacidade para atender as crianças.

O vereador Eduardo Nóbrega (PSDB) presidente da Comissão de Educação convocou uma Audiência Pública para sexta-feira, 09, às 09h na Câmara Municipal e convidou a secretária Arlete Silva para participar e também explicar as condições de atendimento dos CRAS, pois os pais e mães na plateia denunciara que no local só é servida duas bolachas para as crianças.

Outra entidade que está clamando por ajuda, a Ong Sementes do Amanhã que há mais de 13 anos realiza trabalho social e atende 150 crianças no Jd. Salete, informa que a prefeitura até o momento não cumpriu com a promessa de convênio e o serviço social está com os dias contatos. “Vamos estar presentes na sexta-feira para reivindicar que nossas 150 crianças não vão para as ruas”, disse o presidente da organização Diego Odakura.

Confira a matéria completa na edição impressa do Jornal Hoje em notícias                     

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