Justiça diploma Erlon Chaves prefeito e Nakano vice em Itapecerica da Serra

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Pedetistas agora lutam pra conseguir marcar a cerimônia de posse, que deverá acontecer nesta terça-feira, 29, após a sessão, Câmara Municipal

Erlon Chaves e Dr. Nakano: relação desgastada por um sentimento obscuro. Fotos reproduzida da internet
Erlon Chaves e Dr. Nakano: relação desgastada por um sentimento obscuro. Fotos reproduzida da internet

Em rápida cerimônia, a juíza Patrícia de Assis Ferreira Braguini diplomou Erlon Chaves prefeito e Francisco Nakano vice-prefeito da cidade de Itapecerica da Serra na tarde de segunda-feira (28), no cartório eleitoral. Ambos são do PDT.
Cerca de 200 pessoas estavam do lado de fora do cartório após a realização da diplomação. Erlon não falou muito com a imprensa, mas anunciou que o secretariado nomeado pelo prefeito Amarildo Gonçalves, o Chuvisco e pela vice Regina Corsini, cassados com a acusação de captação Ilícita de sufrágio, serão exonerados.
“Após um ano e meio a justiça foi feita, vamos para a rua resolver os problemas da cidade. Saúde e Educação”, disse Erlon informando aos jornalistas presentes que só vai se pronunciar como prefeito após ser empossado pelos vereadores.
Erlon Chaves afirmou que o poder legislativo está se recusando a realizar a cerimônia de posse. A Juíza Patrícia de Assis Ferreira Braguini expediu uma autorização para a posse em 24 horas. De acordo com o regimento da Câmara de Itapecerica, os vereadores tem o prazo de 10 dias para realizar a diplomação. Segundo apurou a reportagem, a posse deve acontecer nesta terça-feira, 29, após a sessão ordinária na Câmara Municipal.
A relação entre Erlon Chaves e seu vice Nakano está com problemas. Erlon evitou ser fotografado ao lado de Nakano. Já o novo vice-prefeito disse que não há problemas. “Vou aguardar meu gabinete a que tenho direito para atender a população. Isso ele nunca vai poder me impedir. Tenho um compromisso com a população, cuidar de pessoas”, frisou.
Em seu discurso, Erlon fez anúncio de alguns nomes que integraram o seu governo e criticou a postura dos funcionários públicos.

Entenda o caso
Chuvisco (PMDB) e sua vice, Regina Corsini (PSDB) tiveram o recurso cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral, no dia 10 de abril, por captação ilícita de sufrágio (compra de votos) consistente em pedido de voto com a promessa de manutenção de vínculo de estágio.
Chuvisco continua cassado, tentando em Brasília, um efeito suspensivo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para continuar no cargo.
Os votos da eleição realizada em 2012 foram recontados e os votos do prefeito Amarildo Gonçalves, o Chuvisco foram anulados na tarde de quinta-feira, 24, e Erlon ficou com o total de 60,5% dos votos válidos.

Leia a opinião sobre o ocaso do Dr. Oscar Ribeiro Colás

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