Justiça avalia pedidos de liberdade provisória para os acusados do rombo milionário na Câmara de Itapecerica

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Presos recebem visitas em presídios e o vereador Fabinho Gêmeos continua foragido

Viaturas da Rota estacionaram em frente a Câmara e proibiram os funcionários de entrar para trabalhar, os servidores entraram só depois das prisões e da busca e apreensão de documentos
Viaturas da Rota estacionaram em frente a Câmara e proibiram os funcionários de entrar para trabalhar, os servidores entraram só depois das prisões e da busca e apreensão de documentos
Transferidos da Delegacia de Itapecerica para os presídios de Franco da Roca e Pinheiros, os acusados de envolvimento no rombo milionário que desviou R$ 2,5 milhões das contas da Câmara Municipal, presos há 10 dias na primeira fase da Operação Redenção do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), por meio da Promotoria de Justiça do município, receberam visitas de parentes durante o final de semana.

Foram presos os vereadores Cícero Costa (PSDB), Hércules da Farmácia (PMDB) e Cleber Bernardes (PMDB). O quarto vereador, Fabinho Gêmeos (PV), continua foragido. Também foi preso o filho do vereador Cícero Costa, Rodrigo Correia de Oliveira, Jorge Isao Takada que trabalhou na Casa de Leis por 25 anos no setor de contabilidade, da esposa dele Delma Maria de Assis e do filho do casal Uillians de Assis Takada.

O jornal Hoje conversou com o advogado de defesa do vereador Hércules da Farmácia, Dr. Fabio Andrade de Azevedo que informou que o pedido de liberdade provisória não foi respondido ainda pela Justiça.

Os ex-vereadores José Maria Rosa, Tonho Paraíba e Lombardi foram presos sob a acusação de terem feito adiantamento de salário ou pegarem empréstimo da Câmara. Por causa dessa mesma acusação o MP pediu a prisão de Clóvis Pinto, mas ele não foi detido por que não estava em casa e ainda não se sabe se irá se apresentar.

A diretora geral da Câmara Sonia Valéria de Oliveira, assim como o ex-funcionários como Geisa de Oliveira Santos, Beatriz Santana Correia, Valdirene Amorim da Silva, são citadas pelo MP como participantes das fraudes praticadas na Câmara.

O MP realizou investigação sigilosa ao longo do ano de 2015 e a denúncia foi oferecida contra 18 réus e imputa em mais de 1000 (mil) crimes entre janeiro de 2008 e dezembro de 2014.
O prefeito Chuvisco, por ter “Foro Privilegiado” é investigado pelo Procurador Geral da Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa do Ministério Público de São Paulo.

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