Greve dos professores continua com 40% de adesão na região

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Docentes realizam Assembleia Regional no Embu na quinta-feira, 14, e podem fazer manifestação na BR, segundo Apeoesp de Taboão

Professores da região fizeram manifestação na quinta-feira, 07, na Rodovia Regis Bittencourt
Professores da região fizeram manifestação na quinta-feira, 07, na Rodovia Regis Bittencourt
Após Assembleia Geral realizada na sexta-feira, 08, professores da rede estadual de SP mantêm greve. Na região, de acordo com informações da Apeoesp, sub sede Taboão da Serra, 40% continuam na adesão da paralisação.
O ato de protocolar um documento na Organização Internacional do Trabalho (OIT) contendo denúncias da questão mental e física dos professores foi abortada, segundo o professor Sérgio Brito, diretor sindical da Apeoesp, da sub sede de Taboão da Serra, porque o escritório da entidade fica em Brasília, mas os docentes estão estudando o envio do documento por e-mail.

Na região, está agendada para quinta-feira, 14, uma Assembleia Regional na praça do Coreto em Embu das Artes, a partir das 9h. “Depois da reunião, podemos seguir para travamento da Regis Bittencourt como forma de manifestação”, disse o professor Sérgio. Os professores protestaram na rodovia na quinta-feira, 07.
Mais uma Assembleia Geral será realizada na sexta-feira, 15, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp).
Alckmin entra recurso contra liminar que garante salário integral de professor
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta sexta-feira (8), que a Procuradoria Geral do Estado vai avaliar recurso contra decisão da Justiça que garantiu aos professores estaduais em greve o pagamento dos dias parados.

Na quarta-feira (6), o governador chegou a dizer que seria “prevaricação” se ele pagasse integralmente os professores que não tiveram frequência.

Para o professor Sérgio, essa é uma maneira do governador tentar enfraquecer a categoria, mas ele acredita que a decisão do Supremo será favorável aos professores, pois já existe jurisprudência.

Proposta e reivindicações
A Secretaria de Estado da Educação afirma ter dado reajuste de 45% no acumulado dos últimos quatro anos e diz que apresentou três propostas em reunião em 23 de abril, entre elas manutenção de uma “política salarial pelos próximos quatro anos com data base em 1º de julho”.

Já os professores reivindicam 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior, além de melhores condições de trabalho. Segundo a categoria, mais de 3 mil salas de aula foram fechadas, o que provoca superlotação das salas de aula restantes.

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