Focos de dengue em órgãos da Prefeitura e obras preocupam moradores de Taboão

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Usina, Cemitério da Saudade, Lajes de escolas e obras da Arena Multiuso e Corpo de Bombeiros são alguns locais que apresentam possíveis focos do mosquito que transmite a dengue, o zika vírus e a febre Chikungunya

Diversas fotos enviadas à redação do jornal por munícipes de Taboão da Serra e, também, publicadas em páginas nas redes sociais denunciam o descaso em alguns órgãos públicos da prefeitura de Taboão da Serra que apresentam possíveis focos de proliferação do mosquito que transmite a dengue, o zika vírus e a febre Chikungunya.
Além de Taboão enfrentar problemas com imóveis particulares com muita sujeira, mato alto, e pontos de acúmulo de água propícios para o surgimento de mosquitos, sem falar na grande quantidade de lixo espalhada em vários pontos da cidade como já fizemos diversas matérias, órgãos e terrenos públicos que deveriam ter obras em andamento são alvos de reclamações dos moradores.

Caixa de água sem tampa na obra parada do prédio do Corpo de Bombeiros do Jd São Judas
Caixa de água sem tampa na obra parada do prédio do Corpo de Bombeiros do Jd São Judas
Tambor com água parada flagrado no Cemitério da Saudade. O local também está cheio de mato e muita sujeira
Tambor com água parada flagrado no Cemitério da Saudade. O local também está cheio de mato e muita sujeira
Carros amontados exposto sem cobertura, nem abrigo, o que facilita o acumulo de água na Usina, no Jardim Vila Sônia. Risco para a saúde dos funcionários e moradores da região
Carros amontados exposto sem cobertura, nem abrigo, o que facilita o acumulo de água na Usina, no Jardim Vila Sônia. Risco para a saúde dos funcionários e moradores da região

Alguns locais foram apontados pelos munícipes como possíveis focos de dengue, como a conhecida Usina, local onde funciona a secretaria de Obras e Manutenção da prefeitura e que também funciona como depósito de apreensão de veículos, além de carcaças de carros, que ficam amontoados, expostos e sem nenhuma cobertura ou abrigo, o que facilita o acúmulo de água e ainda coloca em risco a saúde de vários funcionários que trabalham no local.
No Cemitério da Saúde além do mato alto, foi flagrado um tambor com água parada no local. Nas obras “paradas” da Arena Multiuso no Jardim Record e do Corpo de Bombeiros no Jardim São Judas também foram fotografadas poças de água parada, além de muito mato e sujeira.

Os moradores reclamam que a prefeitura gasta com propagandas de combate a dengue e mutirões para eliminar possíveis criadouros em residências, enquanto a própria Prefeitura não dá o exemplo.
De acordo com dados divulgados pela Prefeitura no final de janeiro, a cidade estava com 40 casos notificados da doença, com 29 em análise laboratorial e 11 casos descartados. A prefeitura afirmou ainda que não foi registrado nenhum caso de zika vírus e febre chikungunya. Em 2015, só entre maio e agosto, período de maior índice da dengue na cidade, foram confirmados 556 casos em Taboão da Serra.

A prefeitura de Taboão da Serra não se pronunciou sobre o assunto até o fechamento da matéria.

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