Fernando Fernandes acusa o golpe e se diz traído

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Prefeito diz que ficou surpreso com a ação dos vereadores e se sentiu traído. - Fotos - O Taboanense
Prefeito diz que ficou surpreso com a ação dos vereadores e se sentiu traído. – Fotos – O Taboanense
Em entrevista ao jornalista Eduardo Toledo, o portal O Taboanense, o prefeito Fernando Fernandes (PSDB) acusa o golpe e se diz traído pelos vereadores da base governista e não quer falar com os vereadores, segundo ele ‘traidores’. A entrevista aconteceu logo após o anúncio do grupo de sete vereadores (três deles da oposição) declarem seus votos e formarem a composição da nova Mesa Diretora para o segundo biênio (2015/2016). A eleição ocorre na terça-feira, 09, em Sessão Ordinária.
Em mais de uma hora de conversa, Fernandes disse que não se opõe a candidatura de Marcos Paulo (PROS), mas que não admite a participação da oposição nas negociações e que se sente “traído” pelos vereadores Cido (DEM) e Érica Franquini.
Eduardo Nóbrega (PR), atual presidente da Câmara conclamou pela interferência do prefeito nas negociações com os vereadores da base. O prefeito afirmou na entrevista que atendeu o chamamento, mas parece que não deu resultado. “Nós tínhamos um compromisso que de que o nome escolhido seria feito entre os 10 vereadores da bancada de governo”, disse o prefeito ao repórter.
Surpreso com a invertida dos vereadores, o prefeito não esperava a ação. “Eu acho que as coisas se inverteram; a ordem dos valores foi invertida. Acho que essa conversa deveria ter acontecida aqui, comigo, especialmente. Já que eles se dizem base, fiéis ao governo”, afirmou Fernandes numa nítida sensação de impotência.
Fernando deixa escapar a possibilidade de ter acordo com vereadores para negociar cargos em nome do partido da base aliada. “Se ela (Erica) tem algum cargo indicado que seja indicação política logicamente que aí nós vamos ter que rever todas essas condições”, afirmou ao repórter sobre possíveis cargos que havia negociado.
O medo maior para o prefeito seria as negociações do grupo com a oposição. “Quando você faz acordo com a oposição, você está negociando espaço, espaços importantes nas comissões de Orçamento, de Finanças. E isso pode causar dificuldade para que os projetos de governo avancem na Câmara, eu não acho justo que se entregue cargos importantes, estratégicos, dentro das comissões para a oposição”, diz. Leia a reportagem completa na edição imprensa do Jornal Hoje, nas bancas na terça-feira.

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