Entre erros e acertos, mais uma vez o Cats bate na trave

0
127

Erros internos, jogadores indisciplinados, falta de maturidade de parte do elenco. Esses foram alguns pontos que custaram o acesso do Tricolor da Serra à Série A3. Em compensação, nesta temporada o Cats alcançou patamares nacionais e mundiais, valorizando sua marca no mercado da bola

Sonho do acesso do Cats fica para 2016
Sonho do acesso do Cats fica para 2016

Acabou a Segunda Divisão do Campeonato Paulista. Mais uma vez o Clube Atlético Taboão da Serra não obteve o acesso. E, novamente, por detalhes, o que é pior e mais dolorido. Para a partida do último final de semana, na qual saiu derrotado por 1 a 0 frente ao Grêmio Prudente, fora de casa, Marco Gama, diretor-executivo do clube, relatou ao Globoesporte.com que o sentimento de todos para este último compromisso era de “velório”.

Ao que decorrer do ano, erros internos, alguns jogadores sem postura profissional e a falta de maturidade de parte do elenco em momentos-chave da competição foram alguns dos motivos principais que atrapalharam os objetivos do Cats.

No entanto, a temporada de 2015 teve seu lado positivo. O clube alcançou patamares mundiais. E isso se deve, sobretudo, a chegada do tetracampeão Viola, que, além de ajudar dentro das quatro linhas, ainda influenciou, com a sua imagem, na valorização da marca. Segundo o departamento de marketing, as palavras “VIOLA + CATS” foram procuradas no Google 864 mil vezes.
Na saída de campo, após a partida decisiva diante do Olímpia, no José Feres, Anderson Nóbrega, bastante chateado com o resultado, disse que o clube errou em alguns aspectos administrativos, além de citar que esperava mais de jogadores experientes. Em contrapartida, seu foco atualmente é a Copa São Paulo de 2016, na qual a cidade será sede em mais uma edição.

Sobre o elenco, semana passada o atacante Fernando Gaúcho, contratado para as vagas de Viola e Fabricio Carvalho, surpreendeu a todos com uma atitude inusitada: o atleta devolveu seu salário pelo mau rendimento dentro de campo durante a disputa da segunda fase. Em sua rede social, o presidente se mostrou feliz com a atitude honrosa do jogador. “Parabéns pela atitude e conte como meu apoio. Independente do resultado em campo, precisamos de seres humanos bons como você”, agradeceu.

Nei Silva, treinador da equipe nesta segunda fase, disse constantemente que seu time pecava no quesito emocional, sobretudo nas partidas decisivas, na qual saiu vencendo e, logo em seguida, tomou o empate do São Carlos e a virada do Olímpia.

Com uma média de idade de 22 anos, o grupo atual do Cats conta com jogadores jovens, que buscam seu lugar ao sol pela primeira vez. Destaque do Tricolor da Serra na competição, o lateral-direito, Rodrigo Ferreira, de 20 anos, fará um período de testes no Santos Futebol Clube.

Campanha
Na primeira fase, o Cats se classificou em terceiro do Grupo 3, com 30 pontos em 18 jogos.

Propaganda

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

*