Donos de bares, restaurantes e lanchonetes fazem reivindicações na Câmara de Taboão

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Representantes reclamam do tratamento recebido pela Guarda Municipal, pedem aumento no horário de fechamento aos finais de semana e criticam exigências de documentos - Foto: Renata Gomes
Representantes reclamam do tratamento recebido pela Guarda Municipal, pedem aumento no horário de fechamento aos finais de semana e criticam exigências de documentos – Foto: Renata Gomes

Cerca de 30 pessoas estiveram presentes na sessão da Câmara Municipal de Taboão da Serra na noite de terça-feira (20), representando bares, restaurantes e lanchonetes da cidade, para reivindicar mais condições de trabalho e respeito.
A sessão foi demorada com muitos discursos com a votação de um projeto de Lei de autoria da vereador Joice, sobre a instituição do Projeto Família hospedeira, mas mesmo assim, os representantes continuam esperando, os parlamentares se reunirem para apresentar todas as reivindicações e conferir os encaminhamentos.
De acordo com o Antonio Ramos da Silva, proprietário do Bar da Loira, localizado em frente ao Ginásio Zé do Feijão, no Jardim Roberto, o objetivo da manifestação pacífica é obter ajuda dos vereadores para conseguir maiores condições de trabalho. “Queremos apenas trabalhar e está muito difícil. Durante a semana, tudo bem fechar o bar às onze horas, mas de sexta e sábado, precisamos que o horário seja estendido. Estão exigindo da gente muitos documentos, nossos bares ficam na periferia e nossas condições financeiras são baixas. Temos muitos gastos e precisamos trabalhar, esse é o nosso pedido”, disse.
Manoel Fernandes proprietário de um Bar no Jardim São Judas também apontou que a categoria está sofrendo. “Estão chegando em nosso estabelecimento com muita violência, não precisa disso. Todo mundo que está lá é trabalhador”, reclamou.
Gilson Rocha, produtor de eventos na região, disse que a cidade está perdendo. “Com essa situação de lacrar os bares de Taboão, estou levando as apresentações musicais para São Paulo e os frequentadores também estão indo pra lá, ou seja, nossa cidade está perdendo com isso”, informou.

Confira a matéria completa na edição impressa de terça-feira.

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