Decisão de Ministro do TSE não tira o risco de Chuvisco

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O prefeito Amarildo Gonçalves, o Chuvisco foi cassados em 2013
O prefeito Amarildo Gonçalves, o Chuvisco foi cassados em 2013
A decisão Monocrática do Ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral – TSE, em Brasília, na última terça-feira, 18, não tira o risco do prefeito de Itapecerica da Serra, Amarildo Gonçalves, Chuvisco (PMDB) e da vice-prefeita, Regina Corsini (PSDB) de perderem seus mandatos. A decisão apenas rejeitou o pedido do ex-candidato Erlon Chaves, na época PDT, de executar a sentença proferida em Primeiro Grau, a cassação dos mandatos.
Com essa decisão o caso deverá ir mesmo para a Corte do Tribunal. “Entendo que o recurso especial deve ser submetido a exame do colegiado, assegurando-se às partes a faculdade de sustentarem oralmente suas razões”, disse o ministro em seu despacho.

Erlon Chaves entrou com um Embargo de Declaração a fim de derrubar o Agravo Regimental [que mantém Chuvisco e Regina, a frente da prefeitura após a Ministra Luciana Lóssio derrubar o Efeito Suspensivo dado por ela mesma]. Ainda não tem dada para o julgamento.

O prefeito Amarildo Gonçalves, o Chuvisco e sua vice Regina Corsini foram cassados em 17 de dezembro de 2013 pela Juíza Eleitoral, Patrícia da Assis Ferreira Braguini, e confirmados pelo Tribunal Regional Eleitoral, em abril de 2014, por captação ilícita de sufrágio (compra de votos) consistente em pedido de voto com a promessa de manutenção de vínculo de estágio, feita pelo então prefeito, Jorge Costa, em reunião no Hotel Delfim Verde, dois dias antes da eleição em 2012.

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