Arteris diz que estudos sobre o viaduto já estão prontos

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Rodovia Régis Bittencourt, altura de Embu das Artes (Reprodução da Internet)
Rodovia Régis Bittencourt, altura de Embu das Artes (Reprodução da Internet)

Engenheiros da Autopista Régis Bitencourt – Arteris já se posicionaram em relação aos dispositivos de acesso de retorno da Rodovia Régis Bittencourt. Em nota enviada para o portal de notícias, jornalnanet.com.br, a concessionária deixa clara a sua intenção. ARTERIS “Não está elaborando estudo para construir retorno na Régis em Taboão da Serra, mas sim um estudo para apresentar os principais entraves que comprovam a inviabilidade da sua implantação tanto no km 275,4 como no km 276, pois os locais não são propícios para a construção desse tipo de empreendimento”. A Arteris alega, ainda, cumprir integralmente o Contrato de Concessão firmado com o Governo Federal. Também que a alteração do local originalmente previsto para implantação do viaduto na região do São Judas, ou seja, do km 276 para o km 277,6 da Rodovia Régis Bittencourt, foi aprovada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio da Resolução n.º 3.622/2010, de 15/12/2010.

Para o Síndico do Condomínio Iolanda, em Taboão da Serra, Milton Esteves quem perde é só o povo. “Em vez de unirem em benefício da população ficam lavando roupa suja entre partidos, e uma população de mais de 200.000 habitantes pode ser prejudicada. O que será de nós taboanenses e embuenses com esta briga partidária. Políticos pensem no povo, nós pagamos os respectivos salários tanto dos Prefeitos como dos Vereados e dos Deputados Estaduais”, disse Esteves através de e-mail.

Para o padre Lulinha, defensor do retorno no quilômetro 276, disse é preciso união. “A meta é que uma cidade ajude a outra e tenhamos o retorno no 276”, disse.

O Líder do Movimento Social, Paulo Félix disse que a luta quem ser avaliada também na sociedade. “Não estamos procurando divergências. Não vamos permitir que se joguem uma cidade contra outra. Nós queremos as duas alças. Se uma beneficia o parque industrial onde estão os empregos a outra atende 70% dos moradores de Taboão. As duas são essenciais”, afirma.

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