Aprígio rebate aos ataques de Eduardo Lopes

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Aprígio rebateu todas as acusações dos vereadores e se diz perseguido
Aprígio rebateu todas as acusações dos vereadores e se diz perseguido
Vereador não foi eleito para defender prefeito e sim o povo, diz Aprígio

O empresário e presidente da Cooperativa Habitacional Vida Nova, José Aprígio, falou com imprensa na semana passada para responder aos mais diversos ataques ao seu nome ocorridos na última sessão da Câmara Municipal, em 14 de abril, e deixa claro: “vou falar com meus advogados e ver o que cabe fazer a quem está usando o meu nome indevidamente”.

Logo no início, o empresário rebateu as afirmações, por parte de alguns vereadores, de que estaria iniciando a campanha eleitoral antes da hora certa, pois seria ele o mentor e financiador de denúncias contra eventuais irregularidades na prefeitura. “Eles é quem querem antecipar a campanha”, disse. Afinal, segundo ele, “jornal tem um jornalista responsável. Se tem calúnia ou denúncias, tem também uma pessoa que assina por essas calúnias, por essas denúncias, que eles chamam. Aprígio não assinou nada.”

Aprígio acrescentou também que, no momento, seu foco é seu trabalho. “Eu fui político. Mas no momento eu estou fazendo um trabalho empresarial. Antes de ser político, eu sou um empresário. Não tenho feito reuniões políticas. Então isso é desespero de alguns que estão falando sem conhecimento do que estão falando”, afirmou.
Sobre uma possível explicação para os ataques, o empresário acredita que “é desespero da outra parte. E é desespero de alguns vereadores que foram eleitos para cuidar da cidade, cuidar do povo, trazer os Dias Melhores que eles prometeram. E eles estão desesperados com o movimento que eles viram aqui na cidade, por causa da falta de médicos e medicamentos, Educação, Habitação.”

Quanto a uma futura candidatura, disse: “na hora em que for permitido eu fazer campanha, se o meu grupo aceitar que eu seja o candidato, eu vou ser o candidato e fazer campanha, mas na hora certa. Por enquanto, quem está antecipando a campanha é o grupo que foi vitorioso, que ganhou a eleição.Mas até parece que perdeu a eleição, porque está tão desesperado.”

Perguntado sobre a denúncia feita pelo vereador Pastor Eduardo Lopes, que alegou ter Aprígio participado de uma desapropriação amigável em uma área relativa a um dos empreendimentos da cooperativa e, ainda, não ter deixado área institucional como contrapartida, causando, assim, prejuízos à prefeitura, Aprígio respondeu:“O Lopes [vereador] não sabe o que está falando. Como Vereador, ele precisaria se informar melhor. Talvez o Lopes não saiba que quem fez a avenida aqui foi a Cooperativa, quem fez a terraplenagem foi a cooperativa, quem fez guia foi a cooperativa, quem fez esgoto foi a cooperativa, quem colocou água foi a cooperativa, quem colocou luz foi a cooperativa. A rua era particular e o prefeito desapropriou depois da rua pronta.”

Ainda referindo-se a esse caso, Aprígio contou que o maior beneficiado foi a própria prefeitura, pois o terreno, segundo o empresário, “foi desapropriado a R$ 1,00 o metro quadrado. E esse um real a prefeitura ainda não pagou para a cooperativa. Talvez estivesse errado se a cooperativa tivesse superfaturado e dado prejuízo à prefeitura. A prefeitura nem sequer pagou R$ 1 o metro quadrado. E isso foi um benefício feito pela cooperativa de praticamente ‘dar’ a rua à cooperativa. Então eu quero que ele [vereador Eduardo Lopes] me diga qual foi o prejuízo. Ele alega que quem faz desmembramento tem que doar uma faixa de terra para a prefeitura. Mas no nosso caso foi feito desdobro, caso em que não se doa nada para a prefeitura. É desdobro aprovado pela prefeitura.”

Sobre denúncias que têm sido protocoladas na Câmara, mas não são acatadas pela maioria dos Vereadores, Aprígio diz que “estão fazendo a denúncia e eles [vereadores] não as estão acatando.” E deu como exemplo o caso do terreno do Shopping Taboão: “o shopping não fez a rua, não fez doação à prefeitura, a prefeitura não desapropriou o terreno, na denúncia que vi. E a prefeitura deuasfalto, deu guia, deu sarjeta, deu luz, faz manutenção. Lá houve um prejuízo muito grande para o município. E quem era o prefeito da época?” E complementou, com relação a um documento apresentado, na mesma sessão da Câmara, de doação do terreno onde está construída a UPA – Unidade de Pronto Atendimento ao lado do Shopping: “a UPA não está no terreno da prefeitura. O terreno é do shopping. Eles não doaram o terreno para a prefeitura. Um vereador induziu todos os vereadores a votarem errado. Houve uma promessa lá atrás dizendo que, quando o terreno for regularizado, haverá a doação para a prefeitura. Mas até hoje não houve. Além disso, ainda houve a suspensão do IPTU daquela área.”

Perguntado se sente perseguido, o empresário respondeu: “claro. E muito. Só para ter uma ideia: um espaço deste aqui vai empregar três mil pessoas, só que o prefeito insiste em não dar o Habite-se [documento que autoriza a utilização de uma edificação]. Ele acha que está me prejudicando, mas o Aprígio não tem nenhuma loja aqui. Ele está prejudicando a população, que poderia estar trabalhando aqui. E está prejudicando a própria prefeitura, que vive de impostos e não tem a renda que poderia estar tendo com aqui funcionando.”
Sobre o posicionamento de determinados vereadores que foram eleitos fazendo campanha ao lado Aprígio e que agora, segundo um dos jornalistas, o atacam duramente, ele respondeu: “eu acho que o vereador, assim como qualquer outra pessoa, tem a liberdade de falar o que ele quiser. Depende muito do caráter da pessoa. Depende muito da ingratidão da pessoa. Eu só tenho uma coisa a dizer a esses vereadores que estavam comigo: eles são ingratos. Fiquei decepcionado.”

Aprígio, voltando ao caso das denúncias, disse: “tudo o que o pessoal [munícipes] denuncia – e o que a gente fala – eles são contra. Não são capazes de investigar. Porque o vereador não foi eleito para defender prefeito e dizer que está tudo bem. Ele foi eleito para defender o povo.”

Por fim, sobre um eventual pedido de CPI contra a cooperativa, citado na última sessão, o empresário afirmou que “só podem investigar uma empresa privada que tenha negócios com a prefeitura. Nosso relacionamento com a prefeitura é: pagar os impostos e pronto. Aliás, a cooperativa é a maior geradora de ISSQN em Taboão da Serra, na [área de] Construção Civil e a maior geradora de empregos e de pagamentos de IPTU, na Construção Civil.”

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