“A várzea ainda é capaz de se sobressair”, afirma Alê ex-volante do São Paulo

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Campeão da Libertadores e Mundial pelo São Paulo, o volante Alê já venceu o campeonato da várzea de Taboão da Serra

O volante Alê do São Paulo, foi campeão em 2014 pelo Bola + 1 do Jd. São Judas
O volante Alê do São Paulo, foi campeão em 2014 pelo Bola + 1 do Jd. São Judas
Revelado no São Paulo, no ano de 2003, sob o comando de Cuca, Alê chegou a atuar como volante na equipe titular que venceu a Libertadores e o Mundial de 2005. “Essas conquistas ficarão marcadas na minha memória para sempre. Não tem como esquecer, né?”, comentou o jogador.

O atual momento da várzea brasileira
O futebol brasileiro está em crise. Nossas categorias de base não formam mais atletas fora de série como antes. Sendo assim, Alê acredita que a várzea, uma das grandes escolas do futebol profissional, ainda é capaz de se sobressair, mas pondera:

“Acredito que é possível formar bons jogadores, sim. Mas o futebol brasileiro está em uma fase difícil, por isso é preciso ser um pouco mais profissional para os meninos chegarem mais preparados, tanto fisicamente, quanto na parte psicológica”, disse o campeão da Primeira Divisão de 2014, pelo Bola + 1, do Jardim São Judas.

Tricolor nas semifinais da Libertadores 2016
Buscando o tretacampeonato, o São Paulo, após primeira fase complicada, conseguiu chegar entre os quatros melhores times da América. Para Alê, que já viveu esse clima, quando deixam o Tricolor chegar, ele costuma levar.
“É complicado. O São Paulo é um clube grande, de tradição. Sabe jogar essa competição como poucos aqui no Brasil, não é à toa que é tricampeão. Fora, que chegou em um momento que o time está numa crescente, vivendo uma boa fase dentro da competição. Meu palpite? Vai até a final”, completou.

Carreira
Em 2016, o embusense defendeu as cores do São Bento de Sorocaba, derrotado pelo campeão Santos, nas quartas de final, na Vila Belmiro. “No momento estou sem clube. Estamos analisando algumas situações com meu empresário. Para manter a forma, tenho treinado com um personal. É importante”, afirmou o jogador de 30 anos.
Além do Tricolor do Morumbi e do São Bento de Sorocaba, Alê defendeu as cores do Ramalhão, o Santo André, na qual foi um dos principais destaques da equipe vice-campeã paulista de 2010.

Após deixar a equipe do ABC, foi anunciado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo como reforço importante do Clube Atlético Mineiro. Porém, no fim do ano de 2010 foi emprestado a outro Atlético, o Paranaense.
Na temporada seguinte, em 2011, começou a treinar em separado do grupo, aguardando por uma transferência. Até que acertou sua ida para o Americana-SP. Em 2013 foi emprestado ao Avaí Futebol Clube e, ao final de seu contrato, foi encerrado o vinculo com o clube catarinense.

O volante também teve passagem fora do Brasil. Em 2007 e 2008, Alê viveu a experiência do futebol japonês, atuando pelo Cerezo Osaka. Também passou por outros times do futebol brasileiro, como Guaratinguetá, XV de Piracicaba, Rio Claro e Boa Esporte.

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